Avançar para o conteúdo principal

Hoje deu-me para isto!

1. Preenche os espaços que faltam nas frases que se seguem. 1.1.Tudo o que quero para o Natal é _____________. (Adaptado de "All I Want For Christmas is you") a) Gomas b) Ele c) :) d) Lampreia de Ovos 1.2. O Natal é uma ______________. a) Cena Baril b) Festa Interessante c) Merda d) Hipocrisia 1.3. O Pai Natal _______________. a) É um velho gordo b) Não existe c) Só é visto pelas crianças d) Gosta de coca-cola (Pois que deixem as vossas resposta nos comentários) BOA SORTE!

Comentários

Anónimo disse…
O Pai NAtal é uma combinação entre Manuel Luis Goucha, Rita Mendes, Mickael JAckson e a "Pombinha"
Tânia disse…
1.

1.1. Qeria "ELE" e ":)"
Mas de tant qerer, n tenh nenhum --'

1.2. ______________

1.3. Deve gosta de Coca-Cola -.-


Adoro-te a Ti*
Anónimo disse…
1.1 - C

1.2 - B

1.3 - D
Anónimo disse…
1.1-B
1.2-D
1.3-A

p.s.:gostei muito disso!!!
:) disse…
1.1 Tudo o que quero para o Natal é Lampreia de Ovos por cima Dele, com Gomas à mistura e um grande :)

1.2 O Natal é uma Festa já não interessante, com muita Merda, Hipocrisia e, claro, tudo isso o torna uma cena muito Baril!

1.3 O Pai Natal... Já foi todas as respostas possíveis!
:) disse…
O anterior comentário era relativo a mim.. Faremos agora um, relativo a ti.

ORA,
1.1.Tudo o que quero para o Natal é D.

1.2. O Natal é uma D.

1.3. O Pai Natal D.

(e o código para que este comentário possa ser aceite é "SURGI" .. ninguém se lembra!)

Mensagens populares deste blogue

S.

Aquilo não era eu. Aquilo não eras tu. Aquilo éramos nós. Agora, aquilo é apenas distância, estranheza e uma constante interrogação sobre a realidade desta memória. Eu amei-te. Tu amaste-me. Amámos-nos. Já não nos amamos. Tenho saudades de já não nos amarmos. Não tenho saudades tuas. Tenho saudades dele. Daquele que vi em ti naqueles dias. Foste o depósito da minha expectativa. Desculpa. Enganei-te. Enganaste-me. Enganámos-nos. Perdemos-nos um do outro. ..... ....... Merda! O que quero dizer é que tenho saudades tuas.

Carpe Diem

Um calafrio acaba de me percorrer o corpo. Atravessa a minha pele como um Inverno gélido sem fim. E a noite, a noite entra pela minha janela. O luar ilumina a folha onde escrevo. Está frio. Sinto os pêlos dos braços eriçados e tenho saudade dos braços confortáveis que já me protegeram. Era sexta-feira. Estava deitada sobre a relva acabada de regar. Olhava o céu e as nuvens que por lá passavam . Queria tentar não pensar em nada, mas não consegui. Lembrei-me de tudo o que tinha acontecido nos últimos anos. Recordei a infância. Senti finalmente que podia sorrir. Estava tudo bem. O sofrimento já tinha passado. Os que me tinham abandonado já não me feriam. Sentia uma paz interior dentro de mim. Reparei que o sol brilhava. Estava um calor imenso. Escorreu-me uma gota de suor pela testa. Em tempos tivera uma sensação semelhante com uma lágrima. Agora não, estava feliz. Num momento de pura felicidade. Eu e a natureza. Ninguém mais. Em tempos claro, porque agora a lua que vejo pelo vidro só...