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A PALAVRA

A caminho da essência eu verifico a cadencia Da matéria que se mostra mim livre de regência Mato a dor de sentir demais, de amar demais, de pisar demais Em convenções fundamentais Encho a cabeça mas não há carga nos contentores Digo olá aos meus amores, bem-vindas novas cores Da utopia eu crio filosofia todo o dia quando a apatia Senta no meu colo e arrelia Eu faço a liturgia da verdadeira alegria Musica nos meus ouvidos agua benta em benta pia A caminho com prudência eu não esqueço a violência Que levou alguns dos melhores da minha existência Mata a saudade de curtir demais,de tirar demais, de pisar demais Em convenções fundamentais Eu uso o tacto pra trazer a agua da minha fonte Hoje em dia nem sequer preciso atravessar a ponte Tenho a palavra escrita a tinta negra na minha pele Menina dos meus olhos, doce como o mel Palavra puxa palavra põe-me disponível pra amar Tudo aquilo que me seja sensível E não são poucos aqueles que eu quero sem sequer os poder ver Foi tanto o que me deram para nunca mais esquecer Palavra de honra, guardo a palavra no meu bolso Na parede, no conforto de uma cama de rede Palavra de honra

Comentários

Tânia disse…
Vou levar te sempre comigO * :)

Amo-te
Rosa Branca disse…
Nu sei o q é isto mas sei que está lindo!
Anónimo disse…
é impossível compreender seus sentimentos!
cara, seja mais direta!
Anónimo disse…
gostei da foto do perfil!

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S.

Aquilo não era eu. Aquilo não eras tu. Aquilo éramos nós. Agora, aquilo é apenas distância, estranheza e uma constante interrogação sobre a realidade desta memória. Eu amei-te. Tu amaste-me. Amámos-nos. Já não nos amamos. Tenho saudades de já não nos amarmos. Não tenho saudades tuas. Tenho saudades dele. Daquele que vi em ti naqueles dias. Foste o depósito da minha expectativa. Desculpa. Enganei-te. Enganaste-me. Enganámos-nos. Perdemos-nos um do outro. ..... ....... Merda! O que quero dizer é que tenho saudades tuas.

Por fim...

Qual é o espaço mais sóbrio do grande manicómio social ? São perguntas como esta, que nos surgem numa leitura, que me fazem pensar. Com algum sentido de humor respondo: "tascas" ou "tabernas". Reflectindo: Serão as escolas, faculdades, redacções jornalísticas, tribunas políticas, tribunais? Para mim, não... Na minha modesta opinião, a resposta que melhor se adequa, e espantem-se caros leitores, é: "os velórios ". É neles que cada um ganha realmente consciência de que a vida terrena tem um fim. Até aqueles que julgam entender a efemeridade da vida, só nesta altura o compreendem verdadeiramente. Depois? Depois restam as lágrimas, que cessam algum tempo depois e nos reencaminham para a nossa antiga e rotineira existência, sem nos lembrarmos que a morte pode chegar. Pois é, amigos, daqui a, 1... 2... 3... 4... ...