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Clauresma!

Apanhei o vício da piolha de escrever a merda toda que me vem à cabeça no blog... Aiii, tanto ano a aturar-te... Ah, já agora fiquem a saber que uma ilação é quando uma pessoa calça (nunca percebi o termo calça, porque calças é para as pernas e não para os pés e muito menos para as mão --->calçar luvas) meias e elas rompem! Consultar os registos das aulas de filosofia do 10ºano, fofos!

Comentários

:) disse…
Tudo que vem à rede é peixe.
Todo o peixe não é merda.
Logo, toda a merda que vem à rede não é peixe.

Explicando... É sempre bom apanharmos os pedaços de merda que vão boiando pelo nosso pensamento... Chapa-los num blog, vá. Escreveres Clauresma em sitio público é, de facto, merda para toda esta rede.
Aparte disso, apaixono-me por mim sempre que invento paradoxos inconscientes!

Clauresma fascina-me pelo lado mais paradoxal do amor.
Do género: Vê-se a merda. Vê-se a rede... Empurra-se a merda para a rede e, no fim, a merda escorre pelos buraquinhos da rede...
É tão linda a paixão resumida em dias bons =D

Take time to realise... E ainda me lembro da metáfora do chocolate e do André. Or something like that.

=D
:) disse…
metáfora ou comparação!
:) disse…
E claro que o meu silogismo está mal concretizado !

Mas quando se quer forçar uma coisa, força-se para que fique como queremos!
xD
:) disse…
AH, E O CÓDIGO PARA ESTE COMENT FOI "SKING"....

ora, como estou tão atenta e criativa, hoje, esmiucei da seguinte forma a palavra:
SKING: S-king, partindo do principio que king é king ( xD ) e S é ass... CU.
S-King will be O King do S !
ATÃO... S-King! =D

Para mim, o S-king é, sem dúvida, o Quaresma Manel! XD
Acho-lhe piada ao rabo --'
Já lha achei à viola...
Agora já só acho ao rabo !
Rosa Branca disse…
Ó claúdia, Cala-te!

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S.

Aquilo não era eu. Aquilo não eras tu. Aquilo éramos nós. Agora, aquilo é apenas distância, estranheza e uma constante interrogação sobre a realidade desta memória. Eu amei-te. Tu amaste-me. Amámos-nos. Já não nos amamos. Tenho saudades de já não nos amarmos. Não tenho saudades tuas. Tenho saudades dele. Daquele que vi em ti naqueles dias. Foste o depósito da minha expectativa. Desculpa. Enganei-te. Enganaste-me. Enganámos-nos. Perdemos-nos um do outro. ..... ....... Merda! O que quero dizer é que tenho saudades tuas.

Por fim...

Qual é o espaço mais sóbrio do grande manicómio social ? São perguntas como esta, que nos surgem numa leitura, que me fazem pensar. Com algum sentido de humor respondo: "tascas" ou "tabernas". Reflectindo: Serão as escolas, faculdades, redacções jornalísticas, tribunas políticas, tribunais? Para mim, não... Na minha modesta opinião, a resposta que melhor se adequa, e espantem-se caros leitores, é: "os velórios ". É neles que cada um ganha realmente consciência de que a vida terrena tem um fim. Até aqueles que julgam entender a efemeridade da vida, só nesta altura o compreendem verdadeiramente. Depois? Depois restam as lágrimas, que cessam algum tempo depois e nos reencaminham para a nossa antiga e rotineira existência, sem nos lembrarmos que a morte pode chegar. Pois é, amigos, daqui a, 1... 2... 3... 4... ...