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uma espécie de diário I

É verdade que hoje tive vontade de fumar um cigarro, mas não fumei. Também é verdade que daqui a uma semana vou viver sozinha. O Renas já por lá está e por acaso já tenho saudades de dar uma volta de carro com ele. Segunda tenho exame. Decidi tornar público, já que houve fuga de informação.
Hoje um rapaz que diz não apreciar mulher disse que já não tinha namorada há muito tempo porque era assexuado. O meu caso deve ter a mesma explicação. A minha futura companheira até esteve para me comprar umas bolas de cheiro. Deve ter sido por isso.
A Esbranquiçada deve ter morrido, ou então fugiu com medo da trovoada (AHAHAH). Eu bem que lhe faço bons convites, mas ela nada.
Já que em fazer-se-á se faz a descrição de aposentos eu vou fazer a que gostaria de ter no meu futuro quarto.
Uma cama individual fofinha, com edredon preto e almofadas indianas. As paredes decoradas por fotos tiradas por mim e tentativas de quadros pintados pela minha pessoa. Algumas fotos penduradas com as pessoas que gosto mais. Velas e muito incenso. Livros, muitos livros. Aquela coluna fofinha que parece um fantasma para meter o ipod. Portátil e roupa espalhada no chão. Uma mobília antiga, assim meio vintage. Muito provavelmente tudo desarrumado e com o caderno roxo e uma caneta em cima da cama. Os cortinados dependem da luz do futuro quarto.
E pronto, a noite hoje foi gira. Amanhã devo acordar por volta das 13h. Nem é muito tarde. No início das férias acordava às 16h, porque lia livros inteiros até de madrugada. --'
Agora voltei à fase dos filmes. E, é mesmo isso que vou fazer.

Comentários

Rosa Branca disse…
A Esbranquiçada pede sinceras desculpas por ser uma autentica parva...
E principalmente (do facto de ser parva) por ter certas coisas com a trovoada...
Fiz uma evolução...O barulho já suporto, ver o raio...bah
Mas já estou a falar de mim outra vez...
Eu até entrava em lamechices e dizer que não vais ficar sozinha, visto que representas mt para mim (isto é francamente foleiro)...
O renas cuida de ti, :P
Depois compro-te um candeeiro nos saldos
E ainda não morremos
Beijinhos, doce!

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