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Adoro-te

Posso ser demasiado sincera e bruta! Posso não te mostrar o mundo da melhor forma e muito menos da forma que desejarias vê-lo. Mas levo-te como amiga e irmã!

Comentários

Tânia disse…
há uns anos, Conheceste uma miuda imatura e que morava ainda no mundo das ilusões.
Agora, ela cresceu..
E contigo mt aprendeu!

Aprendi que existem novas e melhores emoções;
A conhecer um mundo novo de ilusões reais.
Aprendi a fazer maiores as minhas alegrias e menores as tristezas,
E a ser amiga eu contigo aprendi.

Contigo tive novas experiencias, e abri os olhos para ver q que posso amanhã mesmo ir-me deste mundo.

As coisas boas cntg aprendi e, no dia em q te conheci, (re)nasci.


Comigo vais sempre ficar <3'

- Só Qeria poder dar-te um abraço e dizer-te que te Adoro, para q nnc te esqeças nm disso nem de qem t'o diz!


Eu*

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S.

Aquilo não era eu. Aquilo não eras tu. Aquilo éramos nós. Agora, aquilo é apenas distância, estranheza e uma constante interrogação sobre a realidade desta memória. Eu amei-te. Tu amaste-me. Amámos-nos. Já não nos amamos. Tenho saudades de já não nos amarmos. Não tenho saudades tuas. Tenho saudades dele. Daquele que vi em ti naqueles dias. Foste o depósito da minha expectativa. Desculpa. Enganei-te. Enganaste-me. Enganámos-nos. Perdemos-nos um do outro. ..... ....... Merda! O que quero dizer é que tenho saudades tuas.

Por fim...

Qual é o espaço mais sóbrio do grande manicómio social ? São perguntas como esta, que nos surgem numa leitura, que me fazem pensar. Com algum sentido de humor respondo: "tascas" ou "tabernas". Reflectindo: Serão as escolas, faculdades, redacções jornalísticas, tribunas políticas, tribunais? Para mim, não... Na minha modesta opinião, a resposta que melhor se adequa, e espantem-se caros leitores, é: "os velórios ". É neles que cada um ganha realmente consciência de que a vida terrena tem um fim. Até aqueles que julgam entender a efemeridade da vida, só nesta altura o compreendem verdadeiramente. Depois? Depois restam as lágrimas, que cessam algum tempo depois e nos reencaminham para a nossa antiga e rotineira existência, sem nos lembrarmos que a morte pode chegar. Pois é, amigos, daqui a, 1... 2... 3... 4... ...