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Utopia: o trio ideal

Não seríamos os três complementos uns dos outros? Acho que daria uma coisa engraçada.
Claro, isto se todos nós estivessemos no nosso mais demente estado!

Comentários

Rosa Branca disse…
TAmbém já disse à minha mãe que vou a fátima a pé
Rosa Branca disse…
É eu acho que todos em estado deprimente era capaz de dar um bom roseiral...

O problema era lidar com os espinhos, visto que em estado deprimente há_os aos milhares, LOL
Rosa Branca disse…
Um é pouco
Dois é bom
Três é demais.

?

Ou

?

Ménage?

I don't think so!
Rosa Branca disse…
"Oh Rosa Arrendonda a saia, oh rosa arrendonda-a bem!"

Será que isto tem algum significado latente que eu ainda não descobri e que poderá aplicar-se aqui?
:) disse…
Esta série de comentários são um monologo ou não me aparece os comentarios de resposta da Bárbara?
Rosa Branca disse…
Estes comentários devem ser da altura em que eu fazia monólogos para o clube de teatro...então pronto, devia estar a estender isso para aqui! xD

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S.

Aquilo não era eu. Aquilo não eras tu. Aquilo éramos nós. Agora, aquilo é apenas distância, estranheza e uma constante interrogação sobre a realidade desta memória. Eu amei-te. Tu amaste-me. Amámos-nos. Já não nos amamos. Tenho saudades de já não nos amarmos. Não tenho saudades tuas. Tenho saudades dele. Daquele que vi em ti naqueles dias. Foste o depósito da minha expectativa. Desculpa. Enganei-te. Enganaste-me. Enganámos-nos. Perdemos-nos um do outro. ..... ....... Merda! O que quero dizer é que tenho saudades tuas.

Por fim...

Qual é o espaço mais sóbrio do grande manicómio social ? São perguntas como esta, que nos surgem numa leitura, que me fazem pensar. Com algum sentido de humor respondo: "tascas" ou "tabernas". Reflectindo: Serão as escolas, faculdades, redacções jornalísticas, tribunas políticas, tribunais? Para mim, não... Na minha modesta opinião, a resposta que melhor se adequa, e espantem-se caros leitores, é: "os velórios ". É neles que cada um ganha realmente consciência de que a vida terrena tem um fim. Até aqueles que julgam entender a efemeridade da vida, só nesta altura o compreendem verdadeiramente. Depois? Depois restam as lágrimas, que cessam algum tempo depois e nos reencaminham para a nossa antiga e rotineira existência, sem nos lembrarmos que a morte pode chegar. Pois é, amigos, daqui a, 1... 2... 3... 4... ...