Avançar para o conteúdo principal

Adolescênca

Foi bom. Estive com elas. Falei. Senti-me adolescente e viva! Complicada como qualquer outra. Os prismas são todos diferentes. Acordei cansada. Nadei. Ouvi. Comi. Corri. Falei. Dormi. Escrevi. Serão as rotinas boas? Ou uma vida agitada e com alterações diárias far-me-ia uma pessoa com um humor mais "aturável"? Mas bem, as férias estão aí para poder quebrar as rotinas. Tenho 17 anos. A vida não é a que quero e os comportamentos vão-me traindo. A cabeça continua desarrumada e a vontade tem comandado a acção! Nota: Estou farta de te ver!

Comentários

Tânia disse…
Acho q nas ferias vai criar outras rotinas xD


Qeres um pano para limpar primeiro a poeira e dps sim, ajuda para arrumaçoes =PP


BjinhO*

Mensagens populares deste blogue

S.

Aquilo não era eu. Aquilo não eras tu. Aquilo éramos nós. Agora, aquilo é apenas distância, estranheza e uma constante interrogação sobre a realidade desta memória. Eu amei-te. Tu amaste-me. Amámos-nos. Já não nos amamos. Tenho saudades de já não nos amarmos. Não tenho saudades tuas. Tenho saudades dele. Daquele que vi em ti naqueles dias. Foste o depósito da minha expectativa. Desculpa. Enganei-te. Enganaste-me. Enganámos-nos. Perdemos-nos um do outro. ..... ....... Merda! O que quero dizer é que tenho saudades tuas.

Por fim...

Qual é o espaço mais sóbrio do grande manicómio social ? São perguntas como esta, que nos surgem numa leitura, que me fazem pensar. Com algum sentido de humor respondo: "tascas" ou "tabernas". Reflectindo: Serão as escolas, faculdades, redacções jornalísticas, tribunas políticas, tribunais? Para mim, não... Na minha modesta opinião, a resposta que melhor se adequa, e espantem-se caros leitores, é: "os velórios ". É neles que cada um ganha realmente consciência de que a vida terrena tem um fim. Até aqueles que julgam entender a efemeridade da vida, só nesta altura o compreendem verdadeiramente. Depois? Depois restam as lágrimas, que cessam algum tempo depois e nos reencaminham para a nossa antiga e rotineira existência, sem nos lembrarmos que a morte pode chegar. Pois é, amigos, daqui a, 1... 2... 3... 4... ...