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My Tourniquet

I tried to kill the pain but only brought more I lay dying and I'm pouring crimson regret and betrayal I'm dying, praying, bleeding and screaming Am I too lost to be saved? Am I too lost?
My God my tourniquet
Return to me salvation
My God my tourniquet
Return to me salvation
Do you remember me? Lost for so long...
Will you be on the other side or will you forget me
I'm dying, praying, bleeding and screaming
Am I too lost to be saved? Am I too lost?

Comentários

ana lima disse…
olá Someone!
obrigada por mais uma visita ao 'vento'..
sabes que alguém disse que a felicidade não existe.. e eu concordo. Acho é que há momentos felizes - e esses, era bom que se vivessem plenamente, sem remorsos e sem ressentimentos, sem memória de outras mágoas..
e vais ver, acabamos por ser muito mais fortes do que pensávamos possível..

as imagens do teu blog são lindíssimas - és tu que as 'manipulas' ou encontra-las assim? gosto especialmente daquela mulher deitada sem olhos, as mãos atadas. Acho q dizem tudo do q te vai na alma.. inclusive o avatar (é assim q se chama?), chorando sangue..
uma só sugestão: tenta esquecer, relativizar se possível, apoia-te nos amigos..
Bjinho grande,
al

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S.

Aquilo não era eu. Aquilo não eras tu. Aquilo éramos nós. Agora, aquilo é apenas distância, estranheza e uma constante interrogação sobre a realidade desta memória. Eu amei-te. Tu amaste-me. Amámos-nos. Já não nos amamos. Tenho saudades de já não nos amarmos. Não tenho saudades tuas. Tenho saudades dele. Daquele que vi em ti naqueles dias. Foste o depósito da minha expectativa. Desculpa. Enganei-te. Enganaste-me. Enganámos-nos. Perdemos-nos um do outro. ..... ....... Merda! O que quero dizer é que tenho saudades tuas.

Por fim...

Qual é o espaço mais sóbrio do grande manicómio social ? São perguntas como esta, que nos surgem numa leitura, que me fazem pensar. Com algum sentido de humor respondo: "tascas" ou "tabernas". Reflectindo: Serão as escolas, faculdades, redacções jornalísticas, tribunas políticas, tribunais? Para mim, não... Na minha modesta opinião, a resposta que melhor se adequa, e espantem-se caros leitores, é: "os velórios ". É neles que cada um ganha realmente consciência de que a vida terrena tem um fim. Até aqueles que julgam entender a efemeridade da vida, só nesta altura o compreendem verdadeiramente. Depois? Depois restam as lágrimas, que cessam algum tempo depois e nos reencaminham para a nossa antiga e rotineira existência, sem nos lembrarmos que a morte pode chegar. Pois é, amigos, daqui a, 1... 2... 3... 4... ...