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"para a proxima tento fazer mlhr"

Hoje, pela primeira vez em muito tempo, recordei. Apesar de não querer admitir, ainda te amo. Como tu eras doce Depois olho e tenho tendência para ver tudo o que perdi. O pai, o irmãos, o melhores amigo, o namorado. Pergunto-me será mal meu ou da espécie masculina ? A verdade é que todos têm a têndencia de me usar e deitar fora. E se agora, nestre preciso momento, me escorrem lágrimas é por ti que teimas em não me deixar. Que me deitas ao chão e voltas passado algum tempo para me levantar e eu, sempre ingénua, deixo. Da próxima vez não será assim. Vou dizer tudo. Com e sem razão. Com ou sem sentido. Que te amo, mas não te quero. que me fazes bem e mal. Que és egoísta, intolerante, inconstante e mau amigo! Como as tuas últimas palavras sobre nós foram esperançosas. Como me senti feliz nessa noite. Se morresse ali tinha feito o que sempre apoiei: viver o momento. O tempo passou. As coisas mudaram drasticamente. Agora vemo-nos e nem um olá dizemos. Se a culpa foi minha ou tua, não sei. Sei que apesar de tudo e de saber que tu de alguma forma me amaste, as coisas nunca foram completas, faltou sempre algo. Agora, eu já parti, mas tu continuas por cá e deixa-me que te diga estou desesperada e só queria que voltasse a ser tudo como era!

Comentários

Rosa Branca disse…
Há espinhos que teimam mesmo em secar...
Há que continuar a ter esperança que venha um verão extremo e que o seque.
:) disse…
Começo a ser apologista da não existência de blogs.
Não sei porquê mas acabasse sempre por escrever aqui o que se devia ter dito em TANTAS ocasiões.
Não sei...
Talvez se não se escrevesse, se começasse a falar...
Tânia disse…
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Anónimo disse…
ganda estupidez....q treta.....




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S.

Aquilo não era eu. Aquilo não eras tu. Aquilo éramos nós. Agora, aquilo é apenas distância, estranheza e uma constante interrogação sobre a realidade desta memória. Eu amei-te. Tu amaste-me. Amámos-nos. Já não nos amamos. Tenho saudades de já não nos amarmos. Não tenho saudades tuas. Tenho saudades dele. Daquele que vi em ti naqueles dias. Foste o depósito da minha expectativa. Desculpa. Enganei-te. Enganaste-me. Enganámos-nos. Perdemos-nos um do outro. ..... ....... Merda! O que quero dizer é que tenho saudades tuas.

Por fim...

Qual é o espaço mais sóbrio do grande manicómio social ? São perguntas como esta, que nos surgem numa leitura, que me fazem pensar. Com algum sentido de humor respondo: "tascas" ou "tabernas". Reflectindo: Serão as escolas, faculdades, redacções jornalísticas, tribunas políticas, tribunais? Para mim, não... Na minha modesta opinião, a resposta que melhor se adequa, e espantem-se caros leitores, é: "os velórios ". É neles que cada um ganha realmente consciência de que a vida terrena tem um fim. Até aqueles que julgam entender a efemeridade da vida, só nesta altura o compreendem verdadeiramente. Depois? Depois restam as lágrimas, que cessam algum tempo depois e nos reencaminham para a nossa antiga e rotineira existência, sem nos lembrarmos que a morte pode chegar. Pois é, amigos, daqui a, 1... 2... 3... 4... ...