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Um dia vou deixar de existir, existindo.
Não uma existência como a de agora. Uma existência vivida.
Um viver incessante e sem pausas para kit kat's.
Tenho esperança de não ter tempo para chocolates, apesar do Campos dizer que "não há mais metafísica no mundo do que comer chocolates".
Mas, a metafísica é uma cena tão ...

(O tão é outra das palavras que agora estão em voga no meu vocabulário.Isso dá-me nervos. Mas porque raio é que eu hei-de apanhar umas expressões estranhas de vez em quando e depois não sei dizer mais nada?)

Comentários

:) disse…
Continuamos portanto convictas de que aqueles significados são antagónicos... Não me parece que seja a melhor hipórtese a escolher! :P
B. Monteiro disse…
Não que sejam antagónicos, mas são diferentes!
:) disse…
Mas o bom da vida deve estar em conseguir equilibra-los. E não há cá merdas impossíveis de fazer..
B. Monteiro disse…
Mas existir é mau. é tipo fantoche. De que serve isso ?

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S.

Aquilo não era eu. Aquilo não eras tu. Aquilo éramos nós. Agora, aquilo é apenas distância, estranheza e uma constante interrogação sobre a realidade desta memória. Eu amei-te. Tu amaste-me. Amámos-nos. Já não nos amamos. Tenho saudades de já não nos amarmos. Não tenho saudades tuas. Tenho saudades dele. Daquele que vi em ti naqueles dias. Foste o depósito da minha expectativa. Desculpa. Enganei-te. Enganaste-me. Enganámos-nos. Perdemos-nos um do outro. ..... ....... Merda! O que quero dizer é que tenho saudades tuas.

Por fim...

Qual é o espaço mais sóbrio do grande manicómio social ? São perguntas como esta, que nos surgem numa leitura, que me fazem pensar. Com algum sentido de humor respondo: "tascas" ou "tabernas". Reflectindo: Serão as escolas, faculdades, redacções jornalísticas, tribunas políticas, tribunais? Para mim, não... Na minha modesta opinião, a resposta que melhor se adequa, e espantem-se caros leitores, é: "os velórios ". É neles que cada um ganha realmente consciência de que a vida terrena tem um fim. Até aqueles que julgam entender a efemeridade da vida, só nesta altura o compreendem verdadeiramente. Depois? Depois restam as lágrimas, que cessam algum tempo depois e nos reencaminham para a nossa antiga e rotineira existência, sem nos lembrarmos que a morte pode chegar. Pois é, amigos, daqui a, 1... 2... 3... 4... ...