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Nexo Procura-se

e rapaz também. Imitando o que vi num blogue, assim mais ou menos, quero declarar que me apaixono pelo rapaz que me fizer uma declaração de amor semelhante a: "por ti compro um fiat uno em 2ª, 3ª ou 4ª mão, ponho-o todo tunning, ando com a música a tocar tipo discoteca ambulante, compro camisolas brancas sem mangas bem justinhas, uso um terço de cera, pulseiras e anéis de ouro, ténis dourados e cinto dolce e gabana da feira. Ah, e também posso andar de palito na boca e fazer risco ao meio" Se para além de o dizer, também o fizer até me caso.

Comentários

Rosa Branca disse…
Caso lance foguetes com mestria é aceite também.

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S.

Aquilo não era eu. Aquilo não eras tu. Aquilo éramos nós. Agora, aquilo é apenas distância, estranheza e uma constante interrogação sobre a realidade desta memória. Eu amei-te. Tu amaste-me. Amámos-nos. Já não nos amamos. Tenho saudades de já não nos amarmos. Não tenho saudades tuas. Tenho saudades dele. Daquele que vi em ti naqueles dias. Foste o depósito da minha expectativa. Desculpa. Enganei-te. Enganaste-me. Enganámos-nos. Perdemos-nos um do outro. ..... ....... Merda! O que quero dizer é que tenho saudades tuas.

Por fim...

Qual é o espaço mais sóbrio do grande manicómio social ? São perguntas como esta, que nos surgem numa leitura, que me fazem pensar. Com algum sentido de humor respondo: "tascas" ou "tabernas". Reflectindo: Serão as escolas, faculdades, redacções jornalísticas, tribunas políticas, tribunais? Para mim, não... Na minha modesta opinião, a resposta que melhor se adequa, e espantem-se caros leitores, é: "os velórios ". É neles que cada um ganha realmente consciência de que a vida terrena tem um fim. Até aqueles que julgam entender a efemeridade da vida, só nesta altura o compreendem verdadeiramente. Depois? Depois restam as lágrimas, que cessam algum tempo depois e nos reencaminham para a nossa antiga e rotineira existência, sem nos lembrarmos que a morte pode chegar. Pois é, amigos, daqui a, 1... 2... 3... 4... ...